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23.12.01
Mario:
Vamos tentar responder por partes :)
1 - Yoga é masculino e pronuncia-se com ô. Se vc vir alguém falando "a ióga", desencane, ela não entende do assunto. E a filosofia não tem nada de preferencial em torno do sexo. Seria machismo afirmar que as mulheres daqui são mais suscetíveis que os homens a qualquer coisa que cheire a misticismo, ou talvez não ;) 2 - Sem querer ser engraçadinho e já sendo, o lema da análise freudiana está mais para "deixa que o analista te conheça". 3 - Sobre egos ofendidos: a segunda pessoa não admitiu a própria incoerência e retirou-se da discussão. Eu vejo a coisa deste jeito: isso é o velho "escreve o que quer, lê o que não quer". Contra argumentos trabalhosos de responder, a saída fácil é o silêncio. Atenção: isso não envolve uma questão de ego. Pelo contrário, abomino-o completamente. As idéias expressas têm existência independente dele. A única participação do ego é a seguinte: uma vez tendo mobilizado as sinapses para elaborar uma idéia coerente, espero a mesma consideração do outro. Toda diferença de opinião expressa é interpretada toscamente como uma agressão. O impasse é só a prova número 129863209-a de que o povo tem muita manha para escrever mas nenhuma para dialogar. Saber escrever não é nem uma fração do que é preciso. Foda é chegar a enunciar isso, já que isso me parece óbvio e auto-evidente. Estamos assistindo à ascenção de uma geração inteira de autistas intelectuais, que usam seus blogs como buzinas enquanto tapam o ouvido. Update - o Bernardo ficou puto com a resposta do primeiro cara (o da polêmica da língua portuguesa) e desceu o cacete sem dó.
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